"Mulheres representam 51,5% dos novos empreendedores no Brasil”.
"Rosângela Pereira, 42 anos, é
formada em Recursos Humanos, mas encontrou no artesanato uma forma de
empreender e realizar o sonho de montar o próprio negócio. Em 2016, saiu da
empresa na qual trabalhava há dez anos e montou o Ateliê Cunhã Poranga (Moça Bonita, em tupi), em Fortaleza”.
“Quando você vai iniciar o negócio, tem medo de arriscar, mas a gente tem que ter a perseverança. Acreditar que vai dar certo, se cair, vai levantar, sempre buscar inovação”.
“51,5% de novos empreendedores no Brasil, segundo dados da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2016, conduzida pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) correspondem ao público feminino”.
“Isso é profissão para homem”, “Mulher não sabe trabalhar com isso”. Estes são alguns dos comentários recorrentes que Keilla Lima, 34 anos, escuta ao revelar que fabrica as sandálias de marca própria na Ekala Calçados. “Existem preconceitos com as profissões. As mulheres estão dominando áreas que antes só homens dominavam”.
Para refletir: Apesar das
mulheres representarem mais da metade (51,5%) dos novos empreendedores no
Brasil, elas ainda enfrentam preconceito nesse ramo, em especial, por atuarem
em profissões antes específicas para o público masculino. Por um lado, temos
como fator positivo uma maior empregabilidade das mulheres no momento de crise
da economia, no entanto, elas são inseridas no mercado de trabalho de forma
mais precária, sem direitos ou garantias trabalhistas.
Fonte: Jornal o Povo Online.


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