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“Brasil está próximo de ter 'risco extremo' de trabalho escravo”.

“O Brasil é o país da América Latina e Central onde os negócios correm mais risco de serem envolvidos em trabalho escravo. De 198 países, estamos na 33ª pior posição, e uma ligeira piora em relação ao ano anterior aproxima o país da categoria de “risco extremo”. 

“O problema é maior em alguns setores rurais, como silvicultura e produção de carvão vegetal, além de outros como mineração de pequena escala, construção civil e fabricação de têxteis”. 

“O que precisa mudar no Brasil é a alocação de recursos. As punições econômicas que o Brasil já faz, como o banimento de empresas, parecem não estar sendo suficientes”. 

“Quando você tem ondas de migração em massa, traficantes de pessoas entram em cena com uma atitude predatória (…) porque [os refugiados] são vulneráveis, não tem para onde ir, não tem direitos ou não podem trabalhar”, resume Siddhart. Essa relação entre imigração e escravidão costumava ser mais fraca no Brasil, onde migração interna e questões indígenas dominavam”.



Para refletir: De acordo com o Código Penal brasileiro, são elementos que caracterizam o trabalho análogo ao de escravo: condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador), jornada exaustiva (em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou sobrecarga de trabalho que acarreta a danos à sua saúde ou risco de vida), trabalho forçado (manter a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, ameaças e violências físicas e psicológicas) e servidão por dívida (fazer o trabalhador contrair ilegalmente um débito e prendê-lo a ele). De acordo com a reportagem acima, essas características podemos encontrar no Brasil, principalmente a falta de fiscalização das empresas.



Fonte: Exame.




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