“A igualdade de gênero na Suécia é um mito?”
"Aos 32 anos, Amanda Lundeteg
dirigia sua própria empresa e seria o exemplo perfeito da suposta igualdade de
gênero na Suécia. Mas a única razão pela qual a Allbright - a ONG que ela
dirige existe é para expor as limitações profissionais que as mulheres da
Suécia enfrentam”.
Estereótipos de gênero
“A Suécia, onde mais de 80% das mães
trabalham, ocupa a primeira posição entre as nações industrializadas em relação
à igualdade de gênero no setor público, segundo dados da OCDE (Organização para
a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)”.
“Mas pesquisas da Allbright mostram que,
no setor privado, a igualdade entre homens e mulheres está longe de ser
realidade”.
“Em 2016, por exemplo, mais de 80% dos
gerentes das empresas suecas que tinham ações negociadas na bolsa eram homens.
E nenhuma companhia que abriu o capital neste ano era presidida por mulheres”.
“Recentemente, a imobiliária Heba, por
exemplo, subiu 100 posições no ranking da Allbright depois de substituir vários
de seus diretores homens por mulheres. No entanto, o presidente da companhia,
Lennart Karlsson, diz que a mudança não se aconteceu por causa da busca por
maior igualdade de gênero: "Para mim, o mais importante era a competência,competência
e atitude, não o sexo. Mas mudei de opinião. A empresa funciona melhor com essa
combinação”.
Para refletir: Que limitações profissionais as mulheres do
seu país enfrentam? Será que os estereótipos de gênero da Suécia existem em
outros países? Que estratégias poderiam ser utilizadas para reduzir a
desigualdade de gênero em relação ao trabalho?
Fonte:
BBC Brasil.
E vocês, o que acham? Leiam a matéria
completa em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-40072444.
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