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Banco Mundial elogia aumento do emprego com carteira assinada e diz que Brasil é exceção por reduzir informalidade

Do Portal Planalto

O Relatório Desenvolvimento Mundial 2013: Empregos, elaborado pelo Banco Mundial (Bird) e divulgado nesta terça-feira (2), elogia a criação de novas vagas com carteira assinada no Brasil neste ano. Segundo dados do Cadastro de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho, até agosto deste ano foram gerados 1,4 milhão de novos postos de trabalho formais.

Esse número representa um crescimento de 3,4% na oferta de postos de trabalho, segundo o secretário em exercício de Políticas Públicas de Emprego do ministério, Rodolfo Torelly. Ao comentar o relatório, Torelly afirma que “o mercado de trabalho brasileiro vem dando seqüência a uma trajetória de crescimento do emprego, que tem sido uma constante nos últimos anos”.

De acordo com o relatório do Bird – que faz uma análise sobre o mercado de trabalho em vários países do mundo – mesmo tendo um ambiente trabalhista extremamente regulado, o Brasil conseguiu aumentar de 53% para cerca de 58% o número de empregados com vínculo registrado na Carteira de Trabalho, entre 1995 e 2010.

“Poucos países conseguiram reduzir substancialmente a informalidade”, diz o relatório do Bando Mundial. “O crescimento acelerado e o fortalecimento das instituições no Brasil e no Chile os transformam em exceções recentes”, prossegue o documento, assinalando que o “vínculo empregatício é a pedra angular do desenvolvimento.”

“Os empregos são a melhor garantia contra a pobreza e a vulnerabilidade,” afirma Kaushik Basu, economista-chefe e vice-presidente sênior do Banco Mundial. “Os governos desempenham um papel vital mediante a criação de um ambiente de negócios que aumenta a demanda de mão de obra.”

Torelly lembra ainda que, “como destaca o relatório, nós reduzimos a informalidade por investir em programas que buscam a inserção do trabalhador no mercado formal, o que é bom para o trabalhador, pois tem seus direitos garantidos quando entra na formalidade”.

Trabalho infantil melhora, mas mulheres ainda ganham menos

De acordo com informações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), órgão ligado às Nações Unidas, o relatório do Banco Mundial observa que as mulheres ainda ganham menos e trabalham mais do que os homens no Brasil.

O estudo do Banco Mundial ressaltou, no entanto, que o Brasil registrou progressos na política de redução dos trabalhos infantil e escravo, em decorrência das ações desenvolvidas pelo Ministério do Trabalho em parceria com organizações não-governamentais e o setor privado.

matéria disponível no site: http://blog.mte.gov.br/?p=8717

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